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A APDF LAMENTA08 Dezembro 2005
Perante o permanente anseio da defesa dos Doentes Fibromiálgicos do nosso país e constante defesa dos seus Direitos, a APDF não pode deixar passar em branco algo que, em nome desses mesmos Doentes e à verdade a que todos têm direito, denunciando o que, a nosso ver, constituiu uma grave ofensa direccionada para os mesmos.

Assim, apresentou-se na parte da tarde aos trabalhos do Encontro referido na Notícia anterior, “alguém” que, em nome desses doentes e da entidade que representa, mostrando uma absoluta ignorância dos objectivos e da ordem de trabalhos em causa, aproveitou mais que o tempo que lhe era dirigido para fazer uma lamentável auto promoção e daquilo que “faz” e representa. No que diz respeito à defesa da patologia que considera ter promovido e a defesa dos doentes que se considera representante, apenas solicitou apoio domiciliário!... Como se isso fosse possível, sem todas as restantes reivindicações por nós apresentadas serem previamente satisfeitas…

Mais grave ainda, consideramos uma afirmação feita, com orgulho, de que Portugal, seu país, estaria numa situação bastante melhor em termos de assistência clínica e divulgação da patologia para si proclamada, do que Inglaterra, onde, ela própria, contando como uma “história”, encontrou uma médica que lhe teria respondido que conhecia a Fibromialgia “mais ou menos”!... Isto mencionado como um caso grave em Inglaterra.

Será que esta pessoa tem conhecimento que em Inglaterra existe o Enquadramento Legal imprescindível para a devida aceitação destes Doentes e da sua inexistência em Portugal?

Será que esta pessoa tem conhecimento da realidade do seu próprio país e da forma como ainda é tratado um elevado número dos nossos Doentes e seus graves problemas económicos daí resultantes?

Será que esta pessoa alguma vez foi insultada pelo seu médico de família (será que o tem?), sentindo na sua cara risos e chacotas de desprezo, sendo apelidada de louca, preguiçosa, só porque sofre de uma patologia dolorosa, desprezada e maltratada pelos próprios familiares mais directos?

Que a sua consciência a chame mais alto e se dedique a informar-se da realidade do seu país de origem! E que, por favor, não estrague todo o trabalho que a APDF, com tantas dificuldades encontradas pela frente, sem qualquer ajuda paralela, nunca desistiu da sua luta que, com elevado empenho, encetou há mais de 4 anos.


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